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sexta-feira, 1 de julho de 2011

RACISMO NAS REDES SOCIAIS

Corre na Justiça Brasileira vários processos contra racismo virtual proferidos por pessoas com boas condições de avaliar o bom senso e até mesmo com conhecimento profissional o que nos causa o grande espanto e revolta por este ato.
Ficar aqui relevando este fato é engrandecer cada vez mais esta atitude insensata. Assim gostaria de aproveitar a oportunidade para alertar ao blogueiros e twitteiros da responsabilidade de se comunicar em massa, pois por estes meios de comunicação estaremos atingindo um número considerável de pessoas.
Por tudo isso façamos uso desse meio de comunicação em tempo real para informações saudáveis e úteis, pois a carência de informação ao público é grande e utilizar este veículo para hostilizar aos demais é um grande desperdício de tempo e de consciência.

Por: Jorge Vicente
                                           

A ÉTICA NO JORNALISMO

A importância do profissional jornalista no dia a dia da sociedade é de grande virtuosidade, por ser este operário da comunicação, um ser de extrema importância para a qualidade nas informações que transmitem constantemente, sejam elas por via escrita ou não.
Este profissional, só pode conquistar a confiança do leitor, ouvinte ou telespectador, fazendo uso das normas e procedimentos éticos que regem a profissão, transmitindo as informações de maneira concisa, clara, objetiva e com total imparcialidade, para que ao serem absorvidas pela grande massa, metabolizam-se e  copiem opiniões através da responsabilidade ética desse formador de opinião.
É importante não enaltecer aqui, o que não é correto, sendo que, para efeito de um pequeno comentário, deve-se entender que o jornalismo de ética duvidosa ou contestável é conhecido como imprensa marrom, por seu cunho político, econômico ou social,  ao traduzir os fatos conforme a visão pessoal de seus proprietários, na busca por influenciar o público, impedindo de certa forma que o mesmo tenha as suas próprias conclusões dos fatos.
Portanto, conota-se que por conduzir-se pelo jornalismo com ética e transparência, poucos são os veículos de comunicação que conseguem conquistar a confiança do público, por ser o exercício da profissão de jornalismo, algo que deve ser encarado pelo profissional em questão, não como se as notícias a serem expostas viessem acompanhadas de interpretações como se ele fosse um árbitro social, mas sim um porta-voz da opinião pública, conquistando assim o respeito do público.
Por Jorge Vicente

A internet une ou separa as pessoas?


Este é um tema que merece ser discutido profundamente, por ser esta sociedade atual, regida pela tecnologia, onde a maioria não vive mais sem a internet, usa-as para comprar, pesquisar, reservar hotéis, passagens, buscar informações e se comunicarem.
As pessoas vivem com expectativas  constantes de receberem mensagens, venham elas por e-mail ou por celular, mesmo que seja um simples “oi” um “como vai você?” ou até mesmo um “estou aqui”. Toda essa amabilidade faz com que as pessoas sintam-se sempre juntas, logo, não consideram que estejam sozinhas, por estarem sempre conectadas.
Pode-se afirmar que as pessoas estão totalmente consumidas pela tecnologia, devido às facilidades de encurtamento das distâncias, ao possibilitar e manter diálogos áudio-visuais entre marido e mulher, pais e filhos, amigos, entre outros.
O que preocupa é a grande dependência e frieza nessas formas de comunicação o que acaba perdendo o calor de poder perceber fisionomia e o olhar de quem ouve ou emite os sons e as imagens através das ferramentas cada vez mais evoluídas disponíveis na rede.
Ainda há as crianças que, por terem a facilidade e velocidade no manuseio das tecnologias, provocam outra situação  a ser considerada pelo  fato de que  hoje em dia, quando  famílias estão reunidas é possível observar que pais e filhos estão quase sempre em contato constante  com seus celulares e lap tops, ao invés de interagirem entre si.
Contudo, por haver a necessidade de se praticar e usar essa tecnologia é importante haver o cuidado na prevenção de possíveis síndromes provenientes do mau uso da tecnologia, assim como, também deverá ter o zelo para que o estabelecimento da comunicação entre os seres humanos ocorra de forma segura e aproximativa, sem permitir que este procedimento roube a atenção das pessoas que  se encontram ao redor. 

Por Jorge Vicente

domingo, 1 de maio de 2011

O bullying no mundo virtual


O bullying no mundo virtual, são comportamentos que, de acordo com estudiosos sobre comportamentos nesta área, funciona como agressões nas grandes “praças públicas”, chamadas redes sociais,  onde as pessoas se encontram, se divertem, trocam idéias, e muitas vezes podem ocorrer mal entendidos que levam muitas vezes à atitudes na forma de informações ou imagens que visem ofender pessoas ou desafetos, as quais serão vistas por milhões de internautas.

A violência pode manifestar-se nas pessoas de várias formas, a considerar que  muitas vezes, ouve-se falar na atualidade de pessoas que conheçam ou mesmo tenham sofrido humilhações pela internet. Sendo que, em parte, são situações que ocorrem devido ao fato de que muita gente não tem idéia do quanto a internet pode causar de males às pessoas que fazem mal uso deste importante veículo de comunicação, a este tipo de procedimento chama-se de cyberbulling.

Por ser a internet um veículo de comunicação de uso público, é fácil para os navegantes utilizarem de total liberdade para copiar e manipular as informações por ora inseridos na rede, sejam elas ofensivas ou não. por isso, orienta-se evitar inserir informações com os dados pessoais, do tipo, endereço ou telefone.

Portanto, é necessário que se tenha muito cuidado ao utilizar a rede no que tange ao cultivo do bom relacionamento, para que se evitem os transtornos provenientes da falta de entendimentos ou até mesmo para evitar tornar-se alvo das humilhações de pessoas inescrupulosas que usam a rede com o intuito de fazer provocações e humilhações às pessoas bem intencionadas.



Por Jorge Vicente.

Mídia Televisiva e o espetáculo das tragédias, uma leitura sobre o excesso de violência na TV



No dia 07 de abril, dia em homenagem ao jornalismo, ocorreu o trágico acontecimento na escola do Rio de Janeiro que teve grande proporção de divulgação em todos os veículos de comunicação, a contar com maior ênfase os meios televisivos.
Este ocorrido pode ser considerado tema de para ser explorado no meio acadêmico, em especial nos cursos de Comunicação Social, devido à importância dada ao evento de forma  espetaculosa, como haveria de se esperar nos dias atuais.
Os dramas, a exploração das imagens, o uso da comoção humana para promover o alcance de picos de audiência não deveria justificar os motivos que mobilizam a busca pela reportagem, mas na realidade é o que na verdade ocorre.
 Neste contexto a mídia, principalmente a televisiva, confere à tragédia real todos os aspectos da tragédia estética, provocando um efeito purificador nos sentimentos de temor e compaixão do individuo diante do acontecimento trágico. É o que Aristóteles denominou de catarse. Não foi comigo, estou aliviado.
A espetacularização da imagem combinada à narrativa dramática dos fatos mistura realidade e ficção de tal forma que faz com que o telespectador aporte, catártico, num mundo ficcional e, isento de culpas, sinta até prazer ao apreciar a desgraça alheia, numa espécie de estética do trágico.
Diante da cobertura de todos os acontecimentos trágicos que temos vivenciado ultimamente, é necessário um debate amplo em nossas universidades e principalmente nos cursos de Comunicação Social sobre o papel do jornalismo numa sociedade marcada pela sedução dos valores estéticos e extremamente consumista.
É preciso entender o jornalismo como um meio de abordagem e interpretação da realidade, direcionado essencialmente às questões da sociedade como um todo, já que individualizado torna-se nada mais, nada menos que uma mercadoria a ser consumida.

A tecnologia como ferramenta de inclusão para portadores de necessidades especiais.

Para que pessoas com necessidades especiais tenham acesso a produtos ou serviços de informação, existem as chamadas tecnologias assistivas que têm como objetivo principal minimizar através de recursos tecnológicos as dificuldades que estas pessoas  têm para usar produtos ou acessar serviços e informações.
É possível ter no campo da informática, programas providos de ferramentas ou conjuntos destas para permitir aos portadores de deficiências que utilizem os recursos oferecidos através do computador.
São vários os recursos disponíveis, entre eles, temos: os leitores de tela para deficientes visuais, os teclados virtuais para as pessoas portadoras de deficiência motora e/ou mental, assim como as que têm dificuldades de coordenação motora, há também os sintetizadores de voz para quem tem problemas de fala.
Pode-se compreender que a tecnologia assistiva busca melhorar a funcionalidade das pessoas com as deficiências aqui relatadas, entre outras.
Ainda são várias as dificuldades que os portadores de necessidades especiais encontram para poderem desenvolver seus estudos, para realizar suas tarefas no ambiente de trabalho e até mesmo o lazer, por não conseguirem melhor adaptação no seu cotidiano.
Por isso, são várias empresas e pesquisadores que buscam produzir e desenvolver projetos com vista em facilitar a inclusão digital de portadores de necessidades especiais no mercado de trabalho e convívio social, agindo desta forma, conseguem minimizar e reverter as dificuldades provenientes da condição em que se encontram estas pessoas. Um exemplo bem característico do uso e funcionalidade das tecnologias utilizadas para facilitar a vida das pessoas com deficiências físicas e motoras  é o Sr. Stephen Hawking, ele que é considerado um dos mais consagrados físicos teóricos de todo o mundo, mas por possuir uma doença degenerativa e que ainda não foi encontrada a cura, o que impossibilita-o  de movimentar sua musculatura voluntariamente, inclusive no uso da voz.
Hawking faz uso de uma cadeira de rodas, com um sintetizador de voz para conseguir  se comunicar, em especial com seus alunos, esta cadeira é adaptada com equipamentos que visam atender suas necessidades.
Stephen Hawking