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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Integrando Gerações

         Na terceira idade, com uma maior dificuldade de raciocínio, os idosos sofrem grande preconceito e falta de paciência na hora de aprender a lidar com o computador. Com o avanço da tecnologia e o uso cada vez mais indispensável da Internet, se tornou maior o número de idosos que procuram aprender a se conectar com todo o mundo.
       Além disso, o mercado de trabalho atual exige um conhecimento básico de informática, fazendo com que o idoso tenha que procurar se atualizar de alguma forma, para não ficar fora desse mercado. Cursos de informática para a terceira idade já podem ser facilmente encontrados, atendendo a todos os tipos de necessidades dos mais velhos. Pessoas capacitadas e com total paciência podem proporcionar um ensino prazeroso e eficaz. Com esse aprendizado, eles podem se sentir incluídos dentro de um universo que, até então, era dominado somente por pessoas mais jovens, com mais disponibilidade e capacidade para um aprendizado mais rápido.
        A informática na terceira idade é benéfica de várias maneiras: auxilia aqueles que não têm condições físicas perfeitas na hora de realizarem tarefas simples como pagamento de contas, compras de produtos, entre outros; é uma excelente atividade mental; e permite que os idosos interajam com o mundo de uma forma mais rápida e confortável.
        Portanto, é importante fazer com que esse conhecimento seja recebido e fazer com que a inclusão digital se torne algo capaz de ser usufruído por todos.

                                                                                        Letícia Manhães.

Cyberbullying


      As agressões físicas ou psicológicas cometidas por um indivíduo através de meios de tecnologia e comunicação têm um nome: cyberbullying.
        Com a massificação da internet, diversas pessoas se aproveitam do anonimato permitido pela web e ofendem, insultam e agridem outras sem qualquer limite. O cyberbullying vem se tornando algo maior a cada dia: grupos se unem para demonstrar ódio e aversão a qualquer tipo de pessoa, e disseminam esse sentimento facilmente por redes sociais, e-mails, blogs, vídeos, entre outros, sem restrições. Os insultos são cada vez maiores, e não têm nenhum tipo de comprovação.
        Essa violência psicológica tem sérias consequências. O indivíduo ofendido pode se sentir reprimido, ter sintomas depressivos, tendências suicidas, apresentar isolamento social e também pode começar a exercer o bullying com outras pessoas, por acreditar que tem o direito de cometer o mesmo ato de violência que sofreu.
      Portanto, é importante que as pessoas tenham cuidado e não se exponham demais em redes sociais, não divulguem endereços, telefones, entre outros, para não correr o risco de ser alvo de ofensas online e também de uma possível agressão física. Também deve ser ressaltado que todos os computadores possuem um número pelo qual podem ser rastreados: o endereço IP.  Assim, quem sofreu algum tipo de agressão online ou se sentiu ofendido, pode procurar autoridades e tentar identificar o possível agressor, e deve apresentar provas concretas de que sofreu determinado insulto. 

                                                          Letícia Manhães

Impressos x E-books

      Sempre ouvimos falar sobre o fim de alguns meios de comunicação, por estarem ultrapassados ou pela baixa adesão da população. Atualmente, o mercado de e-books (livros em formato digital que podem ser lidos em equipamentos eletrônicos tais como computadores, leitor de livros digitais ou até mesmo celulares) e tablets (dispositivos pessoais que podem ser usadoa para acesso à Internet, visualização de fotos, vídeos, leitura de livros, jornais e revistas e para entretenimento) está cada vez maior em todo o planeta, o que nos leva a pensar se a era dos impressos chegou ao fim.
     Os e-books apresentam diversas vantagens: seu custo é baixo; apresentam menor volume e, consequentemente, uma melhor possibilidade de armazenamento; acessibilidade nos textos; e preservação ambiental (já que não utiliza papel). Os tablets são fáceis de transportar, permitindo que o usuário esteja conectado com o mundo o tempo todo, obtendo informações em tempo real, além de possuir diversos aplicativos que oferecem grande quantidade de serviços.
       Porém, os impressos continuam tendo sua força, principalmente com o público mais velho, aqueles que não têm intimidade com a tecnologia e os que não dispensam o conforto de ler um bom livro ou jornal em sua cama. Além disso, a leitura em meios digitais pode causar prejuízos à saúde e acarretar problemas de visão. Podemos concluir que o mercado sempre estará aberto para todos os meios de comunicação, pois sempre haverá preferências distintas. 

                                                                             Letícia Manhães. 

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Racismo Virtual

A internet é, talvez, o meio de comunicação mais democrático existente hoje. Diversas informações, opiniões e notícias são compartilhadas diariamente por milhões de internautas, sem qualquer tipo de restrição ao conteúdo em um primeiro momento.   

Infelizmente, essa liberdade de expressão tem sido aproveitada de maneira imprópria por alguns usuários. São cada vez mais comuns os casos de racismo no ambiente virtual, principalmente em sites de relacionamento. Indivíduos se aproveitam do anonimato quase totalitário da web e comentam, propagam e expõem seu ódio a determinados tipos de pessoas, por acreditarem que sua raça é superior. Porém, a intolerância do ser humano vai além: homossexuais, estrangeiros, religiosos e outros grupos sociais recebem o mesmo tratamento hostil.    

A Constituição de 1988 passou a considerar a prática do racismo como crime inafiançável e imprescritível, e alguns casos são analisados e levados à justiça, que pune devidamente os infratores. Contudo, devido à baixa fiscalização do que é divulgado online, a maioria dessas manifestações de preconceito não é observada, e os autores desses atos discriminatórios escapam impunes.             

Esses agressores da internet, chamados cyberbullyings, muitas vezes não conseguem enxergar e perceber as consequências dos seus atos. As vítimas do bullying virtual, em certos casos, podem vir a ter depressão, tendências suicidas e comportamentos violentos, prejudicando também aqueles que não participaram do processo de humilhação e agressão.

Assim, a tecnologia que foi concebida com o intuito de compartilhar informações, unir e aproximar pessoas, passa a ser um meio onde a violência também acontece, em um caráter psicológico. O espaço no qual deveria acontecer a união das raças se torna um ambiente onde o homem está sujeito a qualquer tipo de intimidação e preconceito por parte de outros.


                                                                                          Letícia Manhães

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Tecnologias Assistivas

Atualmente o número de tecnologias para portadores de necessidades especias vem aumentando consideravelmente. Essas tecnologias são chamadas assistivas e são importantes pois auxiliam a inclusão dessas pessoas na sociedade.
Equipamentos sob medida são fabricados para melhorar e facilitar o desenvolvimento das tarefas executadas pelos portadores de necessidades. Já fazem parte do cotidiano dessas pessoas os aparelhos auditivos, cadeiras motorizadas, celulares, notebooks e outros softwares que permitem uma melhor interação com o mundo.
Um dos exemplos desses avanços é o GPS para deficientes visuais. Trata-se de um headset que aceita comandos por reconhecimento de voz e passa as instruções através dos fones de ouvido.


   Cadeiras motorizadas também são bastantes utilizadas por deficientes físicos. O custo de uma cadeira elétrica ainda é alto, mas os benefícios que ela é capaz de acrescentar à vida do deficiente são incalculáveis.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, 25 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência, ou seja, o número corresponde a 14% da população do país. Por isso, novas tecnologias são desenvolvidas diariamente por engenheiros que buscam encontrar maneiras de mudar a realidade do deficiente.

O Jornal Nacional produziu uma reportagem com diversas tecnologias utilizadas no auxílio de deficientes.